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Ser autônomo no Brasil: a realidade de quem trabalha por conta própria

Acordar sem patrão. Definir o próprio horário. Responder só por si. É o sonho que move milhões de brasileiros — e também a rotina de quem precisa virar o mês com a renda que conseguir.

Ser autônomo no Brasil tem dois lados. De um, a liberdade. De outro, a renda que oscila, a conta que não espera e a porta do banco que fecha bem na hora do aperto. Se você trabalha por conta própria, este texto é para enxergar o terreno de verdade — e onde dá pra achar apoio.

Ser autônomo no Brasil é trabalhar por conta própria, sem carteira assinada, gerando a própria renda — como motorista de app, manicure, vendedor, eletricista ou prestador de serviço. Hoje são 26,1 milhões de pessoas nessa situação, segundo o IBGE: o maior número já registrado no país.

Trabalhadores autônomos no Brasil em diferentes profissões na rua

Quantos autônomos têm no Brasil? O tamanho do mercado

A conta é grande — e cresce todo ano. Segundo a PNAD Contínua do IBGE, esses são os números que definem o trabalho por conta própria hoje:

26,1 mide autônomos no Brasil em 2025 — recorde da série histórica
38,1%da população ocupada está na informalidade
+30%de crescimento dos autônomos desde 2012

Quase 4 em cada 10 trabalhadores brasileiros estão fora da carteira assinada. Não é exceção: é um pedaço enorme do mercado. E quem é essa gente? O motorista de aplicativo, a diarista, o vendedor de marmita, a cabeleireira, o pedreiro, o eletricista. Profissões que movimentam dinheiro todo dia — mas que raramente têm um contracheque pra mostrar no banco.

Os 3 maiores desafios de quem trabalha por conta própria

A liberdade vem com preço. Quem é autônomo conhece bem estas pedras no caminho:

Desafio O que significa no dia a dia
Renda que sobe e desce Um mês bom não garante o próximo. Qualquer imprevisto — a moto que quebra, o cliente que some — abre um buraco no caixa.
Sem rede de proteção automática Não há férias pagas, décimo terceiro nem FGTS caindo na conta. Aposentadoria e auxílio dependem de contribuir sozinho com o INSS.
A porta do crédito que fecha Sem holerite, o banco desconfia. Com o nome sujo, a recusa é quase automática — justo quando o dinheiro faria diferença.

?? Por que isso mexe com o seu bolso: a falta de crédito formal empurra muita gente para opções caras e arriscadas, como agiota ou rotativo do cartão. Conhecer alternativas seguras é o que separa um respiro de uma bola de neve.

Leia também: empréstimo para negativado autônomo, aprovado na hora

Onde estão as oportunidades para o autônomo

Se o mercado de autônomos cresce, é porque há espaço. O empreendedorismo está em alta: segundo o Sebrae, só nos quatro primeiros meses de 2026 foram abertos mais de 2 milhões de pequenos negócios — alta de quase 14% sobre o ano anterior.

As oportunidades costumam aparecer em três frentes:

Serviços de proximidade. Beleza, alimentação, reparos, limpeza e transporte. Áreas onde a relação direta com o cliente do bairro pesa mais que uma marca grande — e onde o autônomo compete bem.

Plataformas digitais. Apps de transporte, entrega e serviços abriram uma porta de entrada rápida pra gerar renda. Exigem atenção com custos como combustível e manutenção, mas começam sem grande investimento.

Formalização como MEI. Virar Microempreendedor Individual organiza o negócio e abre portas. O Brasil já tem cerca de 12,9 milhões de MEIs ativos, segundo o Sebrae — e mais de 8 em cada 10 dizem que ter CNPJ ajudou a vender mais.

Microempreendedora autônoma organizando o próprio negócio pelo celular

Onde o Estado oferece apoio a quem é autônomo

Você não precisa fazer tudo sozinho. Existem caminhos públicos e gratuitos que muita gente nem sabe que existem:

Recurso Para que serve Para quem
Sebrae Cursos, mentorias e consultorias gratuitas pra começar ou organizar o negócio Qualquer autônomo, formalizado ou não
Portal do Empreendedor (gov.br) Formalização como MEI, sem custo de abertura, 100% online Quem quer tirar CNPJ e emitir nota
Pronampe Linha de crédito federal com juros mais baixos, pela Lei 14.161/2021 Micro e pequenas empresas já formalizadas
? Atenção antes de contar com o Pronampe

Linhas como o Pronampe são para CNPJ formalizado e costumam exigir tempo mínimo de atividade e regularidade. Não cobrem quem ainda não formalizou ou está começando agora. Por isso vale conhecer também o crédito pessoal, que olha para a pessoa — não para a empresa.

Vale a pena ser autônomo mesmo estando negativado?

É a dúvida que trava muita gente. A resposta honesta: depende do planejamento, não do nome limpo.

Primeiro, entenda o tamanho da realidade. O Brasil tinha 81,7 milhões de pessoas com nome sujo no começo de 2026, segundo o Mapa da Inadimplência da Serasa. Quase metade da população adulta. Estar negativado não é defeito de caráter nem exceção — é a situação de milhões, muitos deles trabalhando duro todo dia.

A boa notícia: trabalhar por conta própria não exige nome limpo. Ninguém pede consulta ao Serasa pra você dirigir um app, cortar cabelo ou vender salgado. O nome sujo bloqueia crédito, financiamento e cartão — mas não bloqueia a sua capacidade de gerar renda.

Trabalhador autônomo negativado planejando as finanças do próprio negócio

O cuidado está na sequência. Ser autônomo negativado vale a pena quando você segue uma ordem que protege o seu caixa:

  1. 1

    Comece com o que tem. Não assuma custos fixos altos antes de o caixa se firmar. Teste pequeno, cresça depois.

  2. 2

    Use a renda nova pra limpar o nome. Aos poucos, direcione parte do que entra pra quitar as dívidas antigas.

  3. 3

    Só busque crédito depois de calcular. Veja se a parcela cabe no orçamento antes de assinar qualquer coisa.

A renda do negócio pode virar exatamente a ferramenta que tira você do vermelho — desde que entre como solução, não como mais uma conta.

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A realidade do autônomo negativado e os recursos que existem

Na prática, o autônomo negativado vive um aperto duplo: renda que oscila e crédito que falta. Mas há recursos reais — vale conhecer cada um antes de decidir.

Renegociar o que já existe. Antes de pegar dinheiro novo, limpe o que dá. Plataformas como a Serasa Limpa Nome e programas de renegociação ajudam a parcelar dívidas antigas com desconto. Tirar o nome da lista melhora suas condições daqui pra frente.

Crédito que analisa o perfil, não só o CPF. É aqui que entra a Nubi Digital. Em vez de barrar você pela restrição, a análise é digital e olha a sua situação atual de forma mais ampla. Para quem trabalha por conta própria e está negativado, pode ser a diferença entre ouvir “não” de novo e finalmente receber um “sim”.

Se é o seu caso, vale ver de perto como funciona o empréstimo para autônomo negativado — a página explica as condições para quem não tem holerite e quer resolver dívidas ou investir no negócio. Já formalizado? Olhe também o empréstimo para MEI.

?? Cuidado com golpe

Nenhuma empresa séria cobra adiantado pra liberar empréstimo. Se pedirem depósito antes de aprovar, é golpe — e é crime, segundo o Banco Central do Brasil. Na Nubi Digital você só paga depois de receber o dinheiro.

Como a Nubi Digital entra nessa história

A Nubi Digital nasceu para o Brasil que os bancos costumam ignorar: o autônomo, o trabalhador informal, quem está com o nome sujo. É um empréstimo pessoal sem garantia, 100% online, com análise que considera o seu momento.

O dinheiro cai via Pix após a aprovação e a assinatura do contrato — o prazo depende do horário da operação e da análise individual. A simulação é gratuita e não compromete nada: em poucos passos você vê quanto tem disponível hoje, com valor e prazo na tela antes de decidir. Sem fila, sem montanha de papel, sem promessa falsa.

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Perguntas frequentes sobre ser autônomo no Brasil

Quantos autônomos existem no Brasil?

Segundo o IBGE, o Brasil tinha 26,1 milhões de trabalhadores por conta própria em 2025 — o maior número da série histórica, que começou em 2012 com 20 milhões.

Vale a pena ser autônomo estando negativado?

Pode valer, com planejamento. Trabalhar por conta própria não exige nome limpo, e a renda gerada pode ajudar a quitar dívidas. O cuidado é não assumir custos fixos altos antes de o negócio se firmar.

Autônomo negativado consegue empréstimo?

Sim, em financeiras que analisam o perfil completo, e não só o CPF. Na Nubi Digital a análise é digital e considera a sua situação atual. A aprovação depende de análise e não é garantida.

Onde o autônomo encontra apoio do governo?

No Sebrae (capacitação gratuita), no Portal do Empreendedor (formalização como MEI) e em linhas como o Pronampe, programa permanente de crédito para micro e pequenas empresas, instituído pela Lei 14.161/2021.

Qual a diferença entre autônomo e MEI?

Autônomo trabalha por conta própria sem registro de empresa. O MEI é o autônomo formalizado, com CNPJ, que pode emitir nota fiscal, contribuir para a Previdência e acessar linhas de crédito para empresa.

Aviso: Este artigo é informativo e não substitui consultoria financeira ou jurídica. Taxas, condições e aprovação de crédito variam conforme o perfil de cada solicitante. A Nubi Digital é uma correspondente bancária regulada pelo Banco Central do Brasil (CNPJ 33.030.944/0001-60). Crédito sujeito à análise. Atualizado em 11/06/2026.

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Do caderno da venda ao Pix: o que mudou pra quem quer empréstimo para negativado liberado na hora ../../../../blog/emprestimo-negativado-liberado-hora-evolucao/ ../../../../blog/emprestimo-negativado-liberado-hora-evolucao/#respond Mon, 06 Apr 2026 18:50:11 +0000 https://wwww.nubidigital.com.br/?p=20726 Série: A Alma do Crédito no Brasil | Post 2 de 3 Do caderno da venda ao Pix: o que mudou pra quem quer empréstimo para negativado liberado na hora Por muito tempo, o único crédito que existia pra maioria dos brasileiros estava num caderno. O do mercadinho da esquina, onde o dono anotava o […]

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Série: A Alma do Crédito no Brasil | Post 2 de 3

Do caderno da venda ao Pix: o que mudou pra quem quer empréstimo para negativado liberado na hora

Por muito tempo, o único crédito que existia pra maioria dos brasileiros estava num caderno. O do mercadinho da esquina, onde o dono anotava o que você pegou e sabia que você ia pagar. Sem banco, sem score, sem documento. Era crédito na confiança. Esse jeito informal de emprestar foi mudando com o tempo, mas deixou uma dívida histórica pra quem ficou pra trás. Este post conta essa viagem do caderno ao Pix, e o que ela significa hoje pra quem está com o nome sujo e precisa de crédito.

Pessoa segurando celular e escrevendo com lápis em um caderno, representando a evolução do crédito no Brasil do caderno da venda ao digital

No primeiro post dessa série, a gente falou sobre a herança da escassez financeira que o brasileiro carrega. De como décadas de inflação e exclusão bancária moldaram o jeito do povo de lidar com dinheiro.

Agora a pergunta é outra. Se o problema veio de tão longe, o que mudou de lá pra cá? Como o crédito no Brasil foi se transformando? E o que essa transformação significou pra quem chegou nela com o nome sujo?

A resposta começa num lugar que a maioria das pessoas não esperaria encontrar numa conversa sobre finanças.

Começa num caderno.

O caderno da venda: crédito sem banco que funcionava

Quem cresceu em bairro de periferia ou cidade pequena provavelmente conhece o sistema. O mercadinho da esquina, a padaria, o açougue. Você chegava sem dinheiro, precisava de alguma coisa, e o dono pegava aquele caderno surrado da gaveta.

Anotava seu nome. Anotava o que você levou. E você pagava no fim do mês.

Não tinha contrato. Não tinha consulta ao Serasa Experian. Não tinha score de crédito pra calcular. Tinha conhecimento de quem era a pessoa. Tinha história de bairro, de anos pagando, de palavra dada e cumprida.

O caderno da venda foi, por décadas, o sistema de crédito mais democrático que o Brasil teve. Funcionava porque era baseado em confiança real, não em dados de um birô.
Caderno de anotações de fiado sobre balcão de mercadinho, representando o sistema de crédito informal brasileiro

Era crédito imperfeito? Com certeza. O dono do mercado não tinha como escalar esse modelo. Não dava pra oferecer empréstimo de R$1.000 no caderno. Não dava pra cobrar com mecanismo legal se alguém não pagasse.

Mas pra quem não tinha conta em banco, pra quem não passava na triagem de nenhuma financeira, esse caderno era a única rede que existia.

?? Contexto

O crédito informal no Brasil não foi só caderno. Foi o fiado de padaria, a parcela no armarinho, o empréstimo entre vizinhos, a junta de dinheiro nos grupos de poupança coletiva. Sistemas paralelos que funcionavam onde o sistema formal simplesmente não chegava.

A exclusão que o sistema bancário deixou pra trás

O banco chegou nas cidades brasileiras muito antes de chegar nas vidas da maioria das pessoas.

Tinha agência em todo lugar. Mas abrir conta exigia comprovante de renda formal. Pegar crédito exigia histórico bancário. E quem trabalhava de bico, quem cuidava de casa sem contrato registrado, quem vendia na feira ou fazia serviço por dia, ficava do lado de fora.

Décadas de porta fechada
Em 2017, o Banco Mundial estimava que o Brasil ainda tinha dezenas de milhões de adultos sem nenhuma conta bancária. Pessoas que existiam, trabalhavam, pagavam suas contas, mas simplesmente não existiam pro sistema financeiro formal.

E o que acontecia com quem ficou de fora?

  • Pagava mais caro por qualquer crédito, porque a única opção eram fontes sem regulamentação
  • Ficava sem histórico financeiro, o que tornava impossível provar no futuro que era bom pagador
  • Entrava em ciclo de exclusão: sem histórico não conseguia crédito, sem crédito não construía histórico
  • Dependia de emergências pra acumular dívida, porque nunca teve acesso preventivo ao crédito

Quando um imprevisto acontecia, não tinha colchão. Não tinha reserva. E o único caminho era pegar dinheiro onde desse, no custo que fosse.

Foi assim que muita gente ficou com o nome sujo. Não por descuido. Por falta de opção dentro do sistema formal.

O que mudou quando o celular virou banco

Nos anos 2010, uma coisa começou a mudar no mercado financeiro brasileiro. Não foi um decreto do governo. Não foi uma mudança na lei de crédito.

Foi tecnologia chegando em bolso de trabalhador.

Com o smartphone, ficou possível construir um modelo de análise de crédito que não dependia mais de agência física, de ficha de papel ou de funcionário de banco olhando pra frente de uma pessoa e decidindo se ela merecia ou não.

Pessoa usando celular em sua oficina, representando o acesso ao crédito digital que as fintechs trouxeram para trabalhadores informais
? O que as fintechs mudaram

As fintechs de crédito passaram a analisar comportamento financeiro de formas que o banco tradicional nunca fez: histórico de pagamento de boleto, movimentação de conta, dado de Open Finance, padrão de renda informal. Isso abriu análise pra perfis que o score tradicional simplesmente descartava.

A pergunta mudou. Em vez de “esse CPF tem histórico suficiente?”, passou a ser “o que mais posso saber sobre essa pessoa pra entender se ela consegue honrar esse pagamento?”

Pequena diferença de formulação. Grande diferença de resultado.

Critério Banco tradicional Fintech regulamentada
Base da análise Score de crédito e histórico bancário Perfil completo: renda, comportamento, dados alternativos
Exige carteira assinada Normalmente sim Não. Autônomo e informal podem solicitar
Nome sujo Reprovação automática na maioria dos casos Análise individual. Não é impeditivo automático
Tempo de resposta Dias a semanas Minutos a horas
Precisa ir à agência Muitas vezes sim Não. 100% online, pelo celular

O que “liberado na hora” significa de verdade

Esse é um ponto que vale clareza total. Porque “na hora” pode significar coisas diferentes dependendo de onde você lê.

Quando uma fintech fala em empréstimo para negativado liberado na hora, o que acontece na prática é o seguinte:

  • Você preenche o cadastro online, sem precisar sair de casa
  • A análise de crédito é feita de forma automatizada, com dados do seu perfil completo
  • Se aprovado, você recebe a proposta e assina o contrato digitalmente
  • Após a assinatura, o valor cai na sua conta via Pix
  • O Pix pode chegar em minutos depois da aprovação, nos horários de funcionamento

O processo inteiro, do cadastro ao dinheiro na conta, costuma levar entre alguns minutos e algumas horas. Depende do horário, do perfil e de eventuais etapas de verificação.

Nunca pague nada adiantado pra liberar crédito. Depósito antecipado pra aprovar empréstimo é golpe, sempre. Fintech regulamentada pelo Banco Central do Brasil não cobra nada antes de aprovar e liberar o valor.

A Nubi Digital é correspondente bancário regulamentado pelo Banco Central (CNPJ 33.030.944/0001-60) e nunca solicita depósito antecipado. Se alguém te pedir dinheiro pra liberar seu empréstimo em nome da Nubi Digital, é fraude.

Autônomo negativado: quem mais sentiu o peso da exclusão

Se tem um perfil que o sistema bancário ignorou por mais tempo, é o autônomo.

Pensa bem. Pra abrir conta com crédito num banco, você precisava de contracheque. Autônomo não tem contracheque. Precisava de comprovante de vínculo empregatício. Autônomo não tem vínculo. Precisava de CNPJ? A maioria dos autônomos não tinha CNPJ.

Resultado: uma das categorias que mais movimenta a economia informal do Brasil ficou sistematicamente de fora do crédito formal.

Trabalhador autônomo em ambiente de trabalho, representando o perfil que mais sofreu exclusão bancária no Brasil
Autônomo + nome sujo
Essa combinação não era raridade. Era consequência direta de um sistema que nunca foi desenhado pra incluir quem trabalha por conta própria. Qualquer mês ruim, qualquer cliente que não pagou, podia virar inadimplência antes que houvesse colchão pra amortecer.

O que mudou pra esse perfil com as fintechs?

Primeiro: a análise passou a aceitar renda informal comprovável. Extrato de conta, recibo de serviço, declaração de renda pra quem tem MEI. A exigência deixou de ser “mostre seu contracheque” e virou “mostre que você tem de onde pagar”.

Segundo: o score deixou de ser o único critério. Quem ficou negativado por uma crise momentânea de trabalho, e voltou a ter renda depois, passou a ter chance real de análise.

O empréstimo para autônomo negativado existe hoje porque alguém decidiu que a pergunta certa não era “esse CPF merece crédito?”, mas “essa pessoa consegue pagar esse valor?”

São perguntas parecidas. As respostas são completamente diferentes.

Autônomo ou informal com nome sujo? Simule sem compromisso e veja sua condição real.

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O Pix e a nova confiança no crédito

O caderno da venda funcionava porque tinha confiança no meio. O dono do mercado conhecia a pessoa.

O banco tradicional substituiu confiança por documento. Se você não tinha o papel certo, não tinha crédito.

O Pix não foi só uma forma de pagar mais rápido. Ele representou uma mudança de lógica no sistema financeiro. Transferência instantânea, sem intermediário, sem taxa entre pessoas físicas, funcionando sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia.

Tela de confirmação de Pix recebido no celular, representando a velocidade do crédito digital para negativados
O Pix fez pelo dinheiro o que o celular fez pela comunicação: tirou o intermediário do caminho e acelerou o que levava tempo desnecessário.

Pra quem pede crédito, isso significa que o tempo entre “aprovado” e “dinheiro na conta” deixou de ser dias e virou minutos.

Pra quem tem urgência real, como tem quem está negativado e precisa resolver um imprevisto, essa diferença não é só conforto. É o que torna o crédito útil de verdade.

?? Dado do Banco Central

Segundo o Banco Central do Brasil, o Pix chegou a mais de 160 milhões de chaves cadastradas nos primeiros anos de operação. Em 2023, passou a ser o meio de pagamento mais usado no país, superando cartão de débito e TED.

Esse contexto importa porque o crédito digital com liberação via Pix não existiria sem infraestrutura de pagamento instantânea. O Pix não foi só um produto financeiro. Foi a base que tornou possível a promessa de “na hora” ser real.

O que tudo isso significa pra você hoje

Vamos juntar o que essa história toda nos conta.

O caderno da venda era crédito na confiança, mas tinha limite. O banco era crédito na documentação, mas excluía a maioria. A fintech é crédito nos dados, e ampliou o acesso pra quem os dois modelos anteriores ignoravam.

Se você está com o nome sujo hoje, essa evolução é importante por um motivo simples: você não está mais automaticamente fora.

O sistema ainda não é perfeito. Ainda há perfis que não conseguem aprovação. Crédito sempre envolve análise, e análise pode dizer não. Mas o critério mudou.

  • Nome sujo não é mais reprovação automática em todas as empresas
  • Autônomo sem contracheque pode comprovar renda de outras formas
  • Trabalhador informal pode ter crédito se tiver renda comprovável
  • A resposta pode chegar em minutos, não em semanas

Entender essa evolução ajuda a não desistir antes de tentar. E ajuda a saber onde tentar.

No terceiro e último post dessa série, a gente vai falar sobre o que acontece quando alguém consegue o primeiro empréstimo formal. O que muda na vida dessa pessoa. Por que o acesso ao crédito vai além de resolver um problema financeiro e se torna um passo de autonomia real.

Série completa

Perguntas frequentes

Empréstimo para negativado liberado na hora existe de verdade?

Existe, em fintechs que fazem análise de perfil completo, não só pelo score. “Liberado na hora” significa que o Pix cai em minutos após a aprovação e assinatura digital do contrato. O prazo total varia conforme o perfil e o horário da solicitação. Nunca pague antecipado pra liberar crédito: isso é golpe. Crédito sujeito à aprovação individual.

Autônomo negativado consegue empréstimo?

Sim. Fintechs como a Nubi Digital analisam renda e perfil completo, sem exigir contracheque de emprego formal. Autônomo, MEI e trabalhador informal com renda comprovável podem solicitar. O nome sujo não é impeditivo automático: cada pedido é avaliado individualmente. Crédito sujeito à aprovação.

Qual a diferença entre fintech e banco pra quem está negativado?

Banco tradicional costuma reprovar quem tem restrição no CPF antes mesmo de analisar o perfil. Fintech regulamentada pelo Banco Central pode analisar o conjunto completo: renda atual, histórico de pagamentos, comportamento financeiro recente. Isso amplia as chances de quem ficou negativado por circunstância, não por hábito.

O que significa “liberado via Pix” no empréstimo?

Após a aprovação do crédito e a assinatura digital do contrato, o valor é transferido via Pix pra conta cadastrada. O prazo depende do horário da operação e da análise individual. A Nubi Digital processa em minutos após aprovação dentro dos horários de funcionamento.

Empréstimo pra autônomo negativado tem juros mais altos?

A taxa varia conforme o perfil de cada solicitante, não só pelo fato de ser autônomo ou estar negativado. Perfis com histórico de pagamento consistente, mesmo tendo passado por inadimplência, tendem a receber condições melhores. Simular sem compromisso é o caminho pra saber a condição real antes de decidir.

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Aviso legal: Este conteúdo é informativo e não constitui consultoria financeira ou jurídica. A Nubi Digital é correspondente bancário regulamentado pelo Banco Central do Brasil, CNPJ 33.030.944/0001-60. Taxas, prazos, valores e condições de aprovação variam conforme o perfil do solicitante e estão sujeitos à análise de crédito individual. Crédito não garantido. Consulte as condições completas em nubidigital.com.br. Atualizado em abril de 2026.

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Herança da Escassez: o Jeitinho Financeiro Brasileiro ../../../../blog/escassez-jeitinho-financeiro-brasileiro/ ../../../../blog/escassez-jeitinho-financeiro-brasileiro/#respond Thu, 02 Apr 2026 13:06:13 +0000 https://wwww.nubidigital.com.br/?p=20712 A Alma do Crédito no Brasil — Post 1 de 3 Cultura do crédito no Brasil: a herança da escassez O brasileiro aprendeu a desconfiar do amanhã. Não foi frescura, não foi falta de responsabilidade. Foi sobrevivência. Décadas de inflação fora de controle, banco que não abria conta pra todo mundo e um Estado que […]

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A Alma do Crédito no Brasil — Post 1 de 3

Cultura do crédito no Brasil: a herança da escassez

O brasileiro aprendeu a desconfiar do amanhã. Não foi frescura, não foi falta de responsabilidade. Foi sobrevivência. Décadas de inflação fora de controle, banco que não abria conta pra todo mundo e um Estado que cobrava imposto mas entregava pouca rede de proteção de verdade. Esse passado ainda vive no jeito que o Brasil lida com dinheiro hoje.

Pessoa olhando para a cidade ao entardecer, representando a relação histórica do brasileiro com o dinheiro e o crédito

Tem uma vergonha silenciosa que muita gente carrega quando o assunto é dinheiro.

A sensação de que dever é fraqueza. Que não conseguir guardar nada no fim do mês é culpa sua. Que quem tem o nome sujo fez alguma coisa errada.

Mas se você parar e olhar a história do país, vai ver que essa culpa foi construída. Não nasceu do nada. Ela veio de décadas de inflação absurda, de um sistema bancário que não foi feito para incluir todo mundo, e de um jeito de viver onde planejar o futuro era, durante muito tempo, coisa de ingênuo.

Antes de falar de crédito, de nome sujo, de taxa de juros, é preciso falar de onde veio tudo isso. Porque o Brasil de hoje faz sentido quando você conhece o Brasil de antes.

O dinheiro que derretia nas mãos

Imagine receber o salário numa sexta-feira e precisar correr ao mercado antes que os preços mudassem até segunda.

Era isso que acontecia.

Nos anos 1980 e começo dos anos 1990, a inflação no Brasil era um caso fora do normal. Não era 10% ao ano como você ouve hoje nas notícias. Era 80% ao mês. Às vezes mais.

84,32% de inflação em um único mês
Fevereiro de 1990, um mês antes do Plano Collor. Quem guardasse R$100 em janeiro teria menos de R$20 de poder de compra ao final do ano. Dado: IBGE.

Guardar dinheiro nesse contexto era literalmente jogar fora. Cada real parado perdia valor enquanto ficava quieto. Comprar antes que o preço subisse não era impulso. Era a decisão certa.

?? Para situar

Entre 1980 e 1994, o Brasil trocou de moeda cinco vezes: Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro Real, até chegar ao Real em 1994. Cada troca vinha com um plano de estabilização. Nenhum durou tempo suficiente para as pessoas aprenderem a confiar.

O Plano Real de 1994 finalmente segurou a inflação. Mas não deu para apagar 15 anos de aprendizado. Quando o ambiente te ensina que o amanhã é incerto, você não muda esse instinto do dia para a noite.

Gastar hoje não era irresponsabilidade

Existe um julgamento que o brasileiro recebe até hoje: que gasta sem pensar, que não poupa, que não planeja. Que é irresponsável.

Esse julgamento ignora o que aconteceu.

Quando poupar significava perder dinheiro, gastar era a escolha inteligente. Não era falta de controle. Era lógica pura.

Trocar o dinheiro em papel por uma geladeira, um fogão, qualquer bem que mantivesse valor. Antecipar o consumo antes do preço subir. Priorizar o agora porque o depois nunca foi confiável.

Esse jeito de lidar com dinheiro não desapareceu com um decreto. Ele foi passado de pais para filhos, embutido no cotidiano, normalizado. E quando a estabilidade veio, o hábito já tinha raiz.

A desconfiança do amanhã ficou. E com ela, uma relação com o dinheiro que prioriza o presente porque o longo prazo, historicamente, sempre reservou alguma surpresa ruim.

Quando ninguém te dava crédito, você pedia pra um conhecido

Nos países com rede de proteção social de verdade, o crédito é uma ferramenta de crescimento. Você pega empréstimo para investir, para expandir, para comprar a casa própria. A ideia de pegar crédito para sobreviver parece estranha.

No Brasil, a história foi diferente.

O seguro-desemprego sempre teve prazo curto e exigiu carteira assinada. Quem trabalhava por conta própria, fazia bico, trabalhava em casa sem registro, estava por fora. E quando o dinheiro acabava antes do fim do mês, as opções eram poucas:

  • Pedir emprestado para familiar ou amigo, com toda a tensão que isso carrega
  • Recorrer à financeira do bairro, que cobrava juros que nenhum banco regulamentado ousaria cobrar
  • Apelar para o agiota, sem contrato, sem proteção, sem saída fácil

Existia também o caderno de fiado. O dono do mercadinho anotava o que você devia e cobrava no final do mês. Sem taxa de juros declarada, sem contrato, baseado inteiramente em confiança e reputação.

? Contexto

Esse sistema informal de crédito foi, durante décadas, a única opção real para milhões de brasileiros. O Banco Central do Brasil reconhece que o mercado de crédito informal sempre foi expressivo no país, especialmente onde o sistema bancário formal simplesmente não chegava.

O crédito virou rede de sobrevivência. Uma função que, em outros países, é do Estado. Aqui, foi sendo preenchida por quem estava por perto e topava ajudar, com as condições que conseguia impor.

No próximo post desta série, vamos falar mais sobre esse caminho: do caderno de fiado ao Pix, como a confiança foi se construindo e se transformando ao longo do tempo.

O banco que não era para todo mundo

Ter conta em banco, no Brasil, foi por muito tempo uma coisa de gente com emprego formal, com endereço fixo, com documentação que o sistema aceitava.

Em 2017, o Banco Mundial estimava que ainda havia dezenas de milhões de adultos brasileiros sem nenhuma conta bancária. Sem conta, sem acesso ao crédito formal. E sem crédito formal, as únicas opções eram as caras e as perigosas.

Sem conta. Sem histórico. Sem chance.
Sem contracheque, sem endereço verificável, sem histórico bancário, a resposta dos grandes bancos era quase sempre não. Aí essas pessoas iam buscar crédito onde encontravam. E pagavam mais caro por isso.

Esse ciclo tem nome técnico: exclusão financeira. Na vida prática, significa uma coisa simples e cruel: quem já tem menos dinheiro paga mais caro pelo crédito. E esse crédito mais caro aprofunda a dificuldade.

Não é falta de sorte. É uma armadilha estrutural que demorou décadas para começar a se abrir.

Nome sujo: a culpa que não é sua

72 milhões de brasileiros negativados
Esse foi o número registrado pelo Serasa Experian no pico pós-pandemia. Setenta e dois milhões. Não dá pra olhar pra esse número e tratar o assunto como questão de caráter individual.

Na grande maioria dos casos, o nome sujo chega assim:

  • O emprego acabou e a conta não esperou
  • Alguém na família ficou doente e o dinheiro foi todo pra tratamento
  • Uma separação deixou dívidas que eram de dois mas ficaram com um

Faz parte da vida. Faz parte da vida de qualquer pessoa que não tem reserva, que não tem família rica para socorrer, que depende do salário do mês para chegar ao próximo.

O sistema de crédito tratou a negativação como marca permanente. Uma punição que durava anos, que fechava portas, que deixava a pessoa sem saída. Como se estar endividado fosse uma escolha moral, não o resultado de circunstâncias que pouca gente consegue controlar sozinha.

Fechar todas as portas para quem está negativado não é prudência financeira. É empurrar dezenas de milhões de pessoas para o crédito informal, mais caro, menos protegido.

Isso começa a mudar. Hoje há opções de crédito para negativados que analisam a pessoa por completo, não só por um registro velho de inadimplência. Cada pedido é avaliado individualmente. Crédito sujeito à aprovação.

O que mudou com o crédito online

A chegada das fintechs no Brasil, a partir dos anos 2010, não foi só tecnologia nova. Foi uma pergunta diferente sendo feita: por que tantos brasileiros ficam de fora do crédito formal?

A resposta que os bancos tradicionais davam era simples: risco alto. Sem histórico bancário, sem comprovante de renda formal, a pessoa não entrava no modelo.

As fintechs trouxeram outro modelo.

  • Análise com centenas de variáveis além do score de crédito
  • Processo 100% pelo celular, sem agência, sem fila
  • Resposta em minutos, não em dias
  • Acesso para autônomos, trabalhadores informais, negativados

Para quem viveu décadas sendo recusado pelo sistema formal, isso foi uma abertura concreta. O empréstimo pessoal online chegou onde o banco nunca chegou.

Não é perfeito. Crédito fácil sem consciência pode virar mais um problema. Mas a porta foi aberta. E isso importa.

Educação financeira sem contexto não cola

Existe um conselho que a gente ouve muito: poupe mais, gaste menos, planeje o futuro.

Esse conselho não é errado. Mas é incompleto. E quando é dado sem reconhecer o que essa pessoa viveu, soa como julgamento.

Falar de poupança para alguém que cresceu vendo o dinheiro derreter é diferente de falar de poupança para quem cresceu em estabilidade. Falar de planejamento para quem nunca teve conta em banco é diferente de falar para quem sempre teve cartão de crédito na carteira.

A herança da escassez não é desculpa para nada. Mas é o contexto que falta em quase toda conversa sobre dinheiro no Brasil.

Quem entende de onde vieram esses hábitos consegue trabalhar com eles de outra forma. Sem julgamento. Com mais paciência e mais respeito pelo que a pessoa já superou só de chegar até aqui.

O Brasil de 2026 não é o Brasil de 1990. A inflação está sob controle, o crédito formal chegou a mais gente, o sistema bancário ficou menos excludente. Ainda tem muito a mudar. Mas o caminho é diferente do que era.

Entender essa história é o primeiro passo para qualquer conversa honesta sobre dinheiro. Sem culpa. Com clareza.

Próximo post da série

Do “Caderno da Venda” ao Pix: a evolução da confiança
O fiado do mercadinho funcionava sem contrato. O banco pedia documento atrás de documento. Entre um e outro, surgiu uma forma completamente diferente de confiar em quem pede crédito. O Post 2 conta como essa transição aconteceu.
Veja mais sobre a revolução tecnológica

Dúvidas frequentes

O que moldou a cultura do crédito no Brasil?

Décadas de inflação alta, exclusão bancária e falta de proteção social para trabalhadores informais. O brasileiro aprendeu a usar o crédito para sobreviver, não para crescer. E o estigma da dívida virou culpa individual quando deveria ser lido como resultado de um sistema que nunca foi feito para incluir todo mundo.

Por que tantos brasileiros ficam com o nome sujo?

Na maioria dos casos, o nome sujo chega depois de um imprevisto: desemprego que durou mais que o esperado, doença na família, separação. Com pouca reserva e pouca rede de apoio, uma emergência basta para gerar inadimplência. Não é questão de irresponsabilidade, é questão de contexto.

Negativado consegue crédito hoje?

Sim, em algumas fintechs. A Nubi Digital analisa o perfil completo do solicitante, não só o score de crédito. Estar negativado não impede a análise. Cada pedido é avaliado individualmente. Crédito sujeito à aprovação.

O crédito online é seguro?

Fintechs regulamentadas pelo Banco Central do Brasil seguem as mesmas regras das instituições financeiras tradicionais. A Nubi Digital é correspondente bancário autorizado pelo BCB, CNPJ 33.030.944/0001-60. Antes de contratar, confirme a regularização no site do Banco Central.

O que muda quando o crédito vem de uma fintech?

O processo é 100% online, sem filas e sem agência. A análise considera dados além do score tradicional, abrindo espaço para perfis que os bancos historicamente recusavam: autônomos, informais, negativados. Quando aprovado, o dinheiro cai via Pix em minutos.

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Aviso legal: Este conteúdo é informativo e não representa consultoria financeira ou jurídica. Dados históricos e estatísticos são de fontes públicas e podem ter variado. A Nubi Digital é correspondente bancário regulamentado pelo Banco Central do Brasil, CNPJ 33.030.944/0001-60. Taxas, prazos, valores e condições de aprovação variam conforme o perfil do solicitante e estão sujeitos à análise de crédito individual. Crédito não garantido. Consulte as condições completas em nubidigital.com.br. Atualizado em março de 2026.

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Como praticar o consumo consciente no dia a dia? Confira 9 dicas! ../../../../blog/consumo-consciente-e-economia/ ../../../../blog/consumo-consciente-e-economia/#respond Thu, 22 Sep 2022 20:21:11 +0000 ../../../../?p=8421 Como praticar o consumo consciente no dia a dia? Confira 9 dicas! Consumir é algo que faz parte do nosso dia a dia. Seja alimentos, roupas, utilidades domésticas ou mesmo itens gerais, costumamos comprar muito. No entanto, nesse hábito quase que automático, esquecemos de tornar o nosso consumo consciente. Esse termo, inclusive, tem sido bastante […]

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Como praticar o consumo consciente no dia a dia? Confira 9 dicas!

Consumir é algo que faz parte do nosso dia a dia. Seja alimentos, roupas, utilidades domésticas ou mesmo itens gerais, costumamos comprar muito. No entanto, nesse hábito quase que automático, esquecemos de tornar o nosso consumo consciente.

Esse termo, inclusive, tem sido bastante recorrente nos últimos anos. Apesar disso, muitas pessoas não têm certeza do que ele significa ou sequer como começar a colocá-lo em prática. Por isso, resolvemos ajudar você nessa missão.

Continue conosco até o final deste post e descubra o que é o consumo consciente, quais são os principais inimigos desse hábito, como você pode adotá-lo na sua rotina e ainda se beneficiar dele. Não perca nenhum detalhe. Aproveite a leitura!

O que significa consumo consciente?

A consciência é um estado de presença da nossa mente e corpo. Assim, quando estamos conscientes, estamos atentos a tudo o que está acontecendo à nossa volta, ponderando os fatores envolvidos em cada decisão, inclusive enquanto compramos um item no supermercado, por exemplo.

Por isso, o consumo consciente está relacionado à nossa capacidade de prestar total atenção às consequências das nossas escolhas de consumo, considerando que elas causarão impactos positivos e negativos no futuro. Embora muitas pessoas não saibam, o nosso poder aquisitivo também representa o nosso poder de posicionamento no mundo.

Quando medimos as consequências das nossas escolhas, podemos nos tornar mais sustentáveis e também inspirar outras pessoas a serem. Quando escolhemos consumir de uma pequena e não de uma grande empresa, estamos ajudando a distribuir melhor a renda. Quando escolhemos pagar um pouco mais por um produto durável, estamos dando tempo ao planeta antes que precisemos extrair novos recursos dele para produzir de novo aquele item.

Por isso, o consumo consciente não é uma questão apenas econômica. Ele também é ambiental, social, de sustentabilidade, de preservação e de saúde financeira.

Quais são os riscos de não adotar esse cuidado?

Quando ignoramos a importância de um consumo consciente, estamos assumindo o risco de causar inúmeros prejuízos para nós mesmos e para o planeta. A seguir, você poderá conferir os principais deles. Vamos dar uma olhada?

Endividamento

O primeiro grande problema de um consumo que não é consciente é que ele é desenfreado e praticamente automático. Sabe aquela história de você compra que nem sente? É isso. Como está acostumado a comprar mais e mais sem sequer se questionar se precisa, as chances de você acabar endividado são grandes.

Nome sujo

Com o endividamento, outro problema considerável vem à tona: o risco de ter o seu nome sujo. Isso só vai acontecer se você não pagar as suas contas em dia, é claro. Mas uma pessoa que não está consciente sobre o seu consumo, facilmente perde o controle sobre as suas contas, e aí vira uma bola de neve.

Consumo desenfreado

O contrário do consumo consciente é o consumo desenfreado. Nesse caso, você compra o que precisa e o que não precisa, extrapolando os seus gastos e enchendo a sua casa (e a sua vida) de coisas que não precisa. Em alguns casos, quando combinado a condições como a ansiedade, por exemplo, o consumo excessivo pode virar uma compulsão.

Acumulação

Quem compra muito tende a acumular muitas coisas. E pode ser que não seja uma situação extrema, como aqueles realities que ilustram acumuladores crônicos nos programas de TV, mas é bem provável que você comece a manter coisas na sua casa que não têm utilidade ou nem são lembradas por você. E isso atrapalha não só em termos de espaço físico, mas também influencia na sua saúde mental e emocional.

Prejuízos ambientais

mulher tranquila de consciência limpa
O consumo desenfreado também é um risco absurdo para o meio ambiente, principalmente quando está relacionado ao desperdício de recursos naturais, como a água. Obviamente, tudo o que é produzido precisa ser extraído, de alguma maneira, do meio ambiente. E quanto maior a demanda pela produção de novos itens, maior a extração de recursos importantes da Terra.

Quais são os principais inimigos do consumo consciente?

Você já parou para se perguntar o que torna o consumo consciente tão desafiador na vida das pessoas? Basicamente, isso se deve à presença de alguns inimigos pelo caminho. Olha só!

Preços altos

Os preços altos são a primeira barreira encontrada pelas pessoas quando se trata de consumo consciente. Isso porque os produtos mais “responsáveis” que são feitos por empresas que se preocupam com questões ambientais e sociais são geralmente mais caros do que os outros. E é claro que isso pesa no bolso do consumidor.

Falta de informação

A falta de informação, infelizmente, também está entre os vilões dessa história. Muitas pessoas nem sabem que o consumo consciente existe, ou seja, elas aprenderam a consumir de um jeito e continuam replicando esse modelo por toda sua vida. Além disso, nem todo mundo tem acesso ao conhecimento sobre como cada item é feito, como seus insumos são extraídos e assim sucessivamente.

Dificuldade para mudar os hábitos

O próximo grande obstáculo é a dificuldade para mudar os hábitos que já estão enraizados. Se você aprende desde cedo que todo tipo de lixo pode ser descartado da mesma maneira, por exemplo, é provável que você tenha mais dificuldade para começar a selecionar os resíduos. O mesmo vale para a maneira que você faz suas compras.

Como praticar o consumo consciente no dia a dia?

Diante de tudo isso que você viu até aqui, precisamos destacar que é totalmente possível transpassar as barreiras e adotar hábitos de consumo consciente. Você topa implementar algumas mudanças na sua rotina? Então, saiba por onde começar!

1. Tenha um planejamento financeiro

O primeiro passo é bem simples: faça o planejamento do seu orçamento e organize suas finanças. Isso fará com que você controle melhor o seu dinheiro e, principalmente, determine alguns limites de gastos para cada categoria. Assim, você evita o consumo desenfreado e o endividamento, por exemplo.

2. Avalie os impactos do seu consumo

O próximo passo é entender como a forma que você consome hoje afeta a sociedade e o meio ambiente. Talvez aquele produto baratinho que você encontra em um app na internet é fruto de mão de obra escrava, por exemplo. Nesse caso, seria muito melhor pagar um pouco mais, mas comprar de uma empresa que valorize seus colaboradores, percebe?

3. Aprenda a diferenciar desejo de necessidade

Outro fator que vai ajudar muito a alinhar os seus objetivos com a sua realidade é aprender a diferenciar o que é só um desejo seu e o que realmente é necessidade. E as empresas são ótimas em provocar seus desejos, por isso, é fundamental ficar atento. Algumas boas dicas nesse sentido são:

  • nunca vá ao supermercado sem uma lista do que você realmente precisa;
  • não compre mais do mesmo de itens que você já tem e nem usa;
  • espere, pelo menos, alguns dias antes de fechar a compra de um produto não-urgente, para ter certeza de que você precisa mesmo dele.

4. Planeje as suas compras

Planejar suas compras é outro método maravilhoso para quem quer parar de comprar por impulso. Você pode tirar um tempo, toda semana, para revisar suas gavetas e balcões atrás de itens que precisam ser comprados. Isso vale para materiais de cozinha, de banheiro, de higiene pessoal e até de vestuário, mas, se não estiver na sua lista, mesmo que esteja com um preço ótimo, não pegue.

5. Consuma apenas o necessário

Sabendo o que é necessário e o que é dispensável você se livra de algo perigoso para o consumo consciente: os excessos. Nada que é excessivo combina com sustentabilidade e consumo consciente e, na verdade, você pode viver com bem menos do que aquilo que acredita ser preciso. Então, regularmente, experimente diminuir as quantidades do que você compra e observe se aquilo faz falta ou não.

6. Doe o que você não usa mais

O consumo consciente também diz respeito a saber que quando uma coisa deixa de ter valor ou utilidade para você, ela ainda pode ter para outras pessoas. Nesses casos, passe adiante o que você já não usa mais. Revise seus armários e gavetas e separe tudo o que ainda está em bom estado para doações. Você pode acionar algumas entidades responsáveis por distribuir esses bens ou dar para alguém que conhece e que precise.

7. Separe seu lixo corretamente

O seu lixo, na maioria dos casos, não é bem lixo. É só um material em uma fase diferente de consumo. Os resíduos orgânicos, por exemplo, podem virar adubo. E os demais, na maioria dos casos, podem ser reciclados, ganhando uma nova vida útil. Quando você mistura tudo ou não faz a destinação correta, você impossibilita essa continuidade. Por isso, separe seu lixo adequadamente.

8. Reutilize ao máximo os produtos

Alguns produtos já são pensados na sua reutilização, como aqueles frascos de embalagens que você compra uma vez e depois só repõe com refil. Mas, além deles, muitos outros itens podem ser reutilizados, como roupas antigas que podem ser vendidas em brechós, móveis que podem ser restaurados, sacolas de tecido que são reutilizadas e assim por diante.

9. Fortaleça as empresas locais

Outra maneira de promover um consumo consciente é fomentando os negócios locais, seja da sua rua, do seu bairro ou da sua cidade. O seu dinheiro também é o seu poder de investimento. E quando você compra de um pequeno negócio, você investe na melhor distribuição de renda entre famílias que procuram seu sustento com mais responsabilidade e cuidado.

O consumo consciente proporciona inúmeras vantagens para todas as pessoas. Com menos consumo, geramos menos lixo para poluir nosso planeta e demandamos menos recursos que, quando retirados da natureza, empobrecem o nosso ecossistema.

Além disso, estamos preservando a nossa saúde financeira, fazendo sobrar recursos que podem ser aplicados em projetos de vida e experiências ao invés de bens materiais finitos. Desse modo, você e o planeta ganham na mesma medida!

E, caso você não saiba, ter uma condição financeira saudável também é sinal de consumo consciente. Por isso, se você está tendo dificuldades em manter suas contas em dia, considere recorrer a um empréstimo. Desse modo, você pode reorganizar as finanças e retomar o controle sobre o seu dinheiro.

E, se você precisa de crédito fácil e simplificado, sem abrir mão da sua segurança, a Nubi Digital tem algumas alternativas para você:

Quer saber mais?

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Saiba tudo o que você precisa saber sobre o Auxílio Brasil ../../../../blog/auxilio-brasil/ ../../../../blog/auxilio-brasil/#respond Mon, 25 Jul 2022 20:23:09 +0000 https://wwww.nubidigital.com.br/?p=6890 O programa Auxilio Brasil é destinado para as mesmas pessoas que o bolsa família O Auxilio Brasil teve início em 2021, em novembro, com valor médio de R$ 217,18. Mas, aprovado pelo Senado, o valor ficará de R$ 600 reais até dezembro/22 e depois voltará ao valor atual de R$ 400 reais. Sendo um programa […]

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O programa Auxilio Brasil é destinado para as mesmas pessoas que o bolsa família

O Auxilio Brasil teve início em 2021, em novembro, com valor médio de R$ 217,18.

Mas, aprovado pelo Senado, o valor ficará de R$ 600 reais até dezembro/22 e depois voltará ao valor atual de R$ 400 reais.

Sendo um programa social com três benefícios básicos e seis suplementares, que poderá ser adicionado caso o beneficiário arrume um emprego ou filho que se destaque em competições esportivas ou científicas e acadêmicas.

Um programa de assistência social administrado pelo ministério da cidadania, ele substituiu o bolsa família, ou seja, ele está sendo melhorado. Com o objetivo parecido com programa antigo, o Auxílio Brasil vai ajudar famílias em situação de pobreza sendo renda mensal de R$ 200 por renda familiar e a extrema pobreza que é R$ 100,00 a R$ 200 por renda familiar.

Precisa se inscrever no Auxílio Brasil?

As pessoas que estão no bolsa família automaticamente serão incluídas. Se você não era inscrito, precisa fazer a inscrição pelo CadÚnico.

Onde sacar

O programa Auxilio Brasil terá o aplicativo (App Auxílio Brasil), entretanto, o canal de para saque e a consulta de informações continuam as mesmas que o programa substituído.

Você também pode sacar em terminais de autoatendimento Caixa, pelo aplicativo Caixa Tem (que foi criado no ano de 2020 para pagar o auxílio emergencial), agência lotérica e agências da caixa.

Dando continuidade a datas do Bolsa Família que pagava nos dez últimos dias úteis do mês. A folha de pagamento do mês ultrapassa R$ 7,3 bilhões.

Uma mudança temporária do Auxílio Brasil importante que o congresso nacional fez: Famílias em pobreza passam a receber um valor extra de R$ 200 no benefício e os R$ 400 pagos regularmente até dezembro.

Então, o valor pago será R$ 600 a partir de Agosto/22.

Segue tabela com as datas de pagamentos:

 

Nis terminado em 1 Receberá dia 18 de julho
Nis terminado em 2 Receberá dia 19 de julho
Nis terminado em 3 Receberá dia 20 de julho
Nis terminado em 4 Receberá dia 21 de julho
Nis terminado em 5 Receberá dia 22 de julho
Nis terminado em 6 Receberá dia 25 de julho
Nis terminado em 7 Receberá dia 26 de julho
Nis terminado em 8 Receberá dia 27 de julho
Nis terminado em 9 Receberá dia 28 de julho
Nis terminado em 0 Receberá dia 30 de julho

Vale lembrar também que quem recebia o auxílio emergencial também poderá receber o Auxílio Brasil.

Até porque o intuito do auxílio emergencial era ajudar a autônomos, microempreendedores individuais, trabalhadores informais, desempregados, com o objetivo de proteção emergencial na época do enfrentamento ao coronavírus.

E o programa auxílio emergencial chegou a beneficiar 68 milhões de pessoas diretamente.

E se você não vai fazer parte daqueles que irão receber o benefício e precisa de grana rápido, nós podemos ajudar você! Vem dar uma conferida:

Empréstimo fácil para você

como fazer o bolsa auxilio

 

Quem tem direito

O programa vai beneficiar quem já fazia parte do programa substituído pelo Auxílio Brasil, mais os 2,5 que estavam na fila de espera, chegando a 17 milhões de famílias.

Se você se encaixa no programa, você pode ir direto para a prefeitura da sua cidade e procurar pela área responsável pelo programa Auxílio Brasil.

Algumas condições para receber o Auxílio Brasil:

  • cumprimento do calendário de vacinação;
  • frequência escolar mensal mínima de 75% para jovens de 6 a 21 anos;
  • frequência escolar mensal mínima de 60% para crianças de 4 e 5 anos.

Mas afinal, quem recebeu o auxílio emergencial vai receber o benefício Auxílio Brasil?

Essa migração ainda não está certa, pois, quem recebeu o auxílio emergencial não necessariamente vai receber o Auxílio Brasil. No entanto, quem recebia bolsa família vai receber esse novo benefício.

No resultado geral, o que muda no Auxílio Brasil são os valores pagos e quais famílias são consideradas em uma situação de pobreza e pobreza extrema.

Além disso, para receber o Auxílio Brasil a migração será em etapas.

De acordo com os dados da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, o Nordeste é a região com o maior número de beneficiários: próximo de 8,6 milhões de famílias. Na sequência, aparecem as regiões Sudeste com 5,2 milhões, Sul 1,2 milhão, Norte 2,1 milhões e Centro-Oeste 941 mil.

O auxílio emergencial teve beneficiários diretos de 67,9 milhões de brasileiros e o valor total transferido pelo governo, de R$ 293,1 bilhões.

E o grande diferencial do Auxílio Brasil para o auxílio emergencial é que, quem estava de acordo para receber o auxílio emergencial era trabalhadores informais, já inscritos nas plataformas digitais do Caixa Econômica Federal, no Cadúnico e no Bolsa família.

O calendário de pagamento será igual ao programa anterior?

Sim, será o mesmo. Você poderá consultar todas as informações de pagamentos no aplicativo Auxílio Brasil e Caixa Tem.

O ministro Ronaldo Vieira Bento, responsável pela pasta da Cidadania, já havia confirmado na terça-feira, dia 19 de julho, o plano do governo de liberar o depósito nos primeiros 15 dias do mês de agosto. “A gente está na melhoria do processo para trazer essa primeira data de pagamento para a primeira quinzena. Para os beneficiários do Auxílio Brasil estarem recebendo como todo mundo“, justifica o ministro.

Celular com informações Auxílio Brasil e seu empréstimo

Como consultar

Para consultar se você irá receber, o governo lançou um aplicativo o Aplicativo Auxílio Brasil onde você só precisa colocar seu CPF e saber se vai receber o benefício.

O valor pode ser pago por meio das contas:

  • Conta Contábil (plataforma social do benefício);
  •  Conta Corrente de Depósito à vista;
  • Poupança Social Digital;
  • Conta Especial de Depósito à vista.

Ressaltando que, o crédito dos benefícios financeiros será realizado na conta contábil somente se: O beneficiário não possuir nenhum dos modos de contas bancária. Se caso o beneficiário mesmo tiver, optar por receber o crédito por meio da conta contábil, também poderá receber ou quando o crédito não for realizado por problemas técnicos,  normativos ou operacionais.

Contudo, você também pode verificar ligando para a central de relacionamento do ministério da cidadania pelo número 121.

E o prazo para sacar o dinheiro depositado do Auxílio Brasil na sua conta digital é de até 120 dias após o depósito desse valor.

Qual o objetivo

  1. Promover a cidadania, apresentando a garantia de renda;
  2. Promover o desenvolvimento de crianças na primeira infância, contando com saúde e nos estímulos a habilidades cognitivas e físicas;
  3. Ativar as crianças, jovens e adolescentes com o desempenho tecnológico e científico;
  4. Aumentar a proposta de atendimento das crianças em creches.

Valores

O valor de R$ 600 será pago em 5 parcelas até dezembro. Irá beneficiar indiretamente 53 milhões de pessoas. A proposta que permitiu o aumento do valor libera dinheiro para incluir 1,7 milhão de famílias no Auxílio Brasil.

Apesar disso, sempre manter o seu cadastro atualizado no  Cadastro único, como: endereço, casamento, nascimento, separação, morte e adoção.

Entretanto, a proposta prevê os pagamentos do Vale Gás de R$ 120 reais e a liberação do “Pix Caminhoneiro” de R$ 1.000 para caminhoneiros autônomos.

Automaticamente, quem estiver inscrito nos dois programas poderá receber o pagamento de R$ 720 reais do Auxílio Brasil e vale gás

A importância de manter o cadastro atualizado vai impactar diretamente a aqueles que não estiverem atualizados, porque com dados desatualizados, podem ser excluídos a partir de Julho de 2023

Há dois tipos de regularização do cadastro: Aquela revisão cadastral (famílias que tenham feito a última atualização nos anos de 2016 e 2017) e Averiguação Cadastral (famílias que tenham divergências no meio dos dados preenchidos e o cruzamento de informações com outras fontes).

Quando o beneficiário se inscreve no Cadastro Único, ela vai precisar se comprometer a atualizar os dados sempre que houver alguma mudança nas características da família.

Como vai funcionar o empréstimo Auxílio Brasil?

Inicialmente, faltando somente a validação do presidente Jair Bolsonaro para que venha a valer o empréstimo consignado do Auxílio Brasil. 

Especialistas financeiros manifestam preocupação em relação à proposta do empréstimo. Isso se dá porque os juros já lançados podem chegar a 98% ao ano. Do mesmo modo, existindo o comprometimento da renda com a parcela de pagamento é de até 40%.

E não caia em deposito antecipado para empréstimo. Cuidado com as fraudes!

Juros de empréstimo assustadores, não é mesmo? Se você é beneficiário e ainda sim precisa de um empréstimo, A Nubi Digital aceita negativado, com score baixo e oferece o benefício de você conseguir juntar com o Auxílio Brasil e te tirar do vermelho! Vem pra Nubi Digital!

 

Empréstimo para sair do vermelho

 

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Notebook bom e barato: confira as opções que separamos para você! ../../../../blog/notebook-bom-e-barato/ ../../../../blog/notebook-bom-e-barato/#respond Thu, 26 May 2022 21:39:44 +0000 ../../../../?p=6422 Precisa escolher um notebook bom e barato? Veja em nosso post algumas dicas do que fazer! Tela, processador, memória RAM, placa de vídeo… a lista tem até um fim, mas é difícil não dizer que há vários elementos importantes na hora de escolher um notebook bom e barato. E mesmo que, nesse caso, o preço […]

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Precisa escolher um notebook bom e barato?

Veja em nosso post algumas dicas do que fazer!

Tela, processador, memória RAM, placa de vídeo… a lista tem até um fim, mas é difícil não dizer que há vários elementos importantes na hora de escolher um notebook bom e barato. E mesmo que, nesse caso, o preço seja um fator importante para decidir, ele não pode ser o principal.

Cada um dos componentes são essenciais e afetam o desempenho da máquina. Dependendo do propósito, a escolha errada pode gerar mais frustração do que uma boa experiência.

Sendo assim, resolvemos separar o que você precisa entender sobre tais aparelhos, além de mostrarmos algumas boas opções. Confira!

Por que é importante saber escolher o notebook?

De maneira prática, a compra do notebook ideal tem a ver com o seu propósito. Saber informações a respeito das peças e das configurações para, enfim, decidir é um passo essencial para evitar a escolha de um produto que não atenda às suas necessidades.

Nesse sentido, mais do que se guiar só pelo valor, saber avaliar as características dará a certeza de optar por um aparelho que te acompanhará durante anos e, ainda, atenderá ao que precisa.

O que considerar na escolha do notebook?

O seu propósito é um dos principais guias ao optar por um notebook, antes até de analisar as questões do sistema, hardware, etc. Primeiramente, pense para que esse aparelho será utilizado? O que você fará? Escreverá textos, assistirá a filmes e séries, desenhos, pretende jogar?

Ter essa percepção clara te ajudará a definir um padrão, ou melhor, o mínimo que o notebook necessita para ser escolhido. Saiba que existem diversos equipamentos, desde modelos básicos, até os avançados, inclusive, para gamers com configurações de processador, memória RAM e telas diferentes.

Depois de definir bem qual é o seu objetivo com o aparelho, alguns dos componentes a se considerar são:

  • sistema operacional;
  • processador;
  • memória RAM;
  • disco rígido;
  • conexões;
  • placa gráfica.

A seguir vamos falar detalhadamente sobre cada um.

Como escolher um bom notebook?

notebook bom e barato

Já no início deste texto, mencionamos sobre como um notebook é composto por vários elementos. Cada um é capaz de trazer uma funcionalidade e melhorar o desempenho do aparelho. Por isso, reforçamos a importância de saber qual é o seu propósito com a escolha.

Além disso, avaliar as configurações do componente é um passo essencial, mas, primeiro, você deve entender como cada peça unciona.

Vamos saber mais a seguir!

Processador

O processador tem um papel bem importante na forma como o notebook vai operar. Ele é o componente responsável pelas ações da máquina, ficando com a responsabilidade de ordená-las. Ele é mais como o cérebro que dá as ordens enquanto outras partes executam. O que se deve atentar é que quanto mais capacitado o processador é, mais rápido e eficiente o notebook será.

Entre as opções no mercado, temos desde a mais simples que é o i3, até as mais avançadas, como i5 e i7. Para quem precisa fazer funções básicas, o primeiro é uma excelente alternativa. Agora, se a pessoa faz um monte de tarefas, o i5 deve ser a escolha. Por fim, para quem realiza edições mais pesadas, o i7 é o ideal.

Memória RAM

Não se impressione se alguma vez já confundiu memória RAM com armazenamento. Isso é um engano bem comum que, inclusive, ocorre até com smartphones. No entanto, apesar de ela ter relação com espaço, não é exatamente com a quantidade de coisas que você coloca em seu notebook.

A memória RAM está ligada com a capacidade que você tem para realizar as tarefas na sua máquina. Ela trabalha inclusive junto ao processador, já que é o espaço em que o sistema efetua suas funções. Sendo assim, quando o notebook começa a ficar lento e travado, pode ter certeza de que tem muita coisa acontecendo e ele não consegue trabalhar.

Aqui, a regra é quanto mais memória RAM, mais ele terá condições para trabalhar. O básico são notebooks com 4GB e não aceite menos, pois não conseguirá nem abrir programas. Os de 8GB ou mais são ótimos para aquelas pessoas que precisam fazer trabalhos complexos ou utilizam muitos programas pesados.

Armazenamento

Agora sim, estamos falando sobre o quanto de espaço o notebook tem para armazenar arquivos. Nesse sentido, mais do que se preocupar com a quantidade de gigabytes, é bom ficar atento ao tipo de disco utilizado. Nós temos no mercado três versões: HD, SSD e HD híbrido.

HD

Esse é encontrado em boa parte dos computadores que vemos por aí. É o mais barato e oferece espaço de 500GB até 2TB.

SSD

Essa é uma alternativa que traz muito mais vantagens que a primeira. Além de ser mais leve, esse tipo também permite que se acesse os arquivos rapidamente, porém, não fornece muito espaço. As opções de SSD encontradas são 256GB e 480GB.

HD híbrido

Nesse caso, ele é a junção do SSD e o HD em um mesmo notebook. Aqui, enquanto o primeiro fica responsável pelo armazenamento, o segundo cuida do sistema operacional.

Placa de vídeo

Esse é um elemento importante se você trabalha com fotos ou é gamer. A placa de vídeo é a parte responsável pelo processamento gráfico do notebook, logo, cuida da leitura e exibição das imagens.

A escolha dependerá mais da necessidade do que exatamente de um padrão para ter o melhor desempenho. Por exemplo, para quem precisa apenas assistir a filmes ou séries, fazer alguns trabalhos no Word ou mexer na internet, uma placa integrada é perfeita.

Agora, aqueles que utilizam o notebook como ferramenta de trabalho, especialmente para imagens, será fundamental uma placa conhecida como dedicada. Esse é um modelo que não está interligado à placa mãe, por causa disso, tem uma memória de vídeo própria e, dessa forma, um processamento melhor que não exige a memória RAM do notebook.

Tamanho e resolução

Ainda falando sobre o processamento gráfico, especificamente acerca dos monitores, nós temos dois detalhes importantes: o tamanho da tela e a resolução. No primeiro caso, a escolha deve se basear no propósito de uso, notebooks com tela de 14” ou 15,6” funcionam tanto para as atividades simples, como para as mais sofisticadas.

No entanto, o que vai diferenciar cada tamanho é a resolução: HD é o suficiente para quem realizará tarefas simples e deseja um pouco de entretenimento. Já as telas em Full HD são para as pessoas que editam imagens ou precisam do melhor quando se trata de games, já que há mais definição e detalhes.

Conexões

As conexões disponíveis não podem passar despercebidas. Afinal, elas fazem toda a diferença na hora de utilizar outras ferramentas, como mouse, teclados e até outro monitor. Sendo assim, verifique o número de portas USB, três devem ser o suficiente para realizar as tarefas básicas.

Se você for uma pessoa que utiliza muitos HDs externos e precisa fazer transferências de arquivos, USB 3.0 trará melhores resultados para a sua experiência. Procure ainda por notebooks com USB Tipo-C para poder conectar cabos de celular e tablet. Por fim, é interessante uma porta HDMI para conectar TVs.

Bateria

Esse é um componente imprescindível, mas que, muitas vezes, passa sem ser notado por quem vai comprar um notebook. Claro que os termos técnicos para falar do desempenho não são o ponto importante aqui, contudo, fique atento à ficha de informações do aparelho e ao que o fabricante diz.

O ideal é que a carga completa seja de duas a quatro horas. Quanto maior melhor, pois a ideia de um notebook é a sua portabilidade, você não quer ter de ficar carregando-o toda a hora, especialmente, fora de casa.

Sistema operacional

A maioria dos notebooks vem com o Windows, no entanto, sabemos que há modelos com diferentes sistemas, como o Linux (nesse caso, costuma ser até mais barato), Chromebooks, que trazem o sistema do Google, o Chrome OS. Para aqueles que podem desembolsar mais, existe o Macbook, o computador da Apple, acompanhado de um sistema macOS completamente diferente.

Quais modelos de notebook são bons e baratos?

Para facilitar a sua escolha, separamos alguns modelos com funcionalidades bem interessantes, bons e baratos. Confira!

Samsung Book E20

É ideal para quem precisa fazer atividades básicas como estudar e trabalhar. Para torná-lo ainda mais potente, ele pode ser combinado com um SSD.

Asus VivoBook X543UA

Ele vem com um leitor de CD, além disso conta com uma configuração excelente para realizar tarefas do dia a dia e editar imagens, sem você necessitar desembolsar um alto valor.

Lenovo Ideapad S145

Se precisa executar ações do tipo abrir e criar várias planilhas, elaborar textos, etc., essa pode ser uma ótima alternativa. Há modelos tanto com tela antirreflexo, quanto com o sistema operacional Linux.

Samsung Flash F30

Com um design que atrai quem gosta de um visual mais retrô, seu teclado apresenta botões arredondados ótimos se você curte escrever. Ele vem ainda com 4GB de memória, tela Full HD e tela de 13” polegadas.

Até aqui, você pode ver o que é importante para escolher um notebook bom e barato. Não esqueça que, apesar de o preço ser um fator crucial, avaliar seus componentes, como memória RAM, armazenamento, processamento gráfico e portas USB, também é indispensável para fazer uma boa escolha, especialmente, em relação ao custo-benefício.

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Por que está tudo tão caro? A culpa é da inflação! ?? ../../../../blog/porque-esta-tudo-tao-caro/ ../../../../blog/porque-esta-tudo-tao-caro/#respond Wed, 19 Jan 2022 20:57:14 +0000 https://wwww.nubidigital.com.br/?p=4578 Por que está tudo tão caro no Brasil? Veja os 3 principais motivos da inflação e, de quebra, algumas dicas para driblar os preços altos, até a crise terminar. Qualquer pessoa normal pôde perceber, nos últimos tempos, que quase tudo está mais caro. A alta de preços atrapalha a vida a todos nós: desde a […]

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Por que está tudo tão caro no Brasil?

Veja os 3 principais motivos da inflação e, de quebra, algumas dicas para driblar os preços altos, até a crise terminar.

Qualquer pessoa normal pôde perceber, nos últimos tempos, que quase tudo está mais caro. A alta de preços atrapalha a vida a todos nós: desde a ida ao supermercado, até a compra de bens duráveis, como eletrodomésticos, automóveis e até imóveis.
Quer entender melhor como funciona a inflação, que tem interferido nos preços e esvaziado o seu bolso? Vamos esclarecer adiante.

O que é inflação?

Basicamente, a inflação significa um excesso de dinheiro circulando nas mãos das pessoas. A princípio, parece até uma coisa positiva, mas não é. O dinheiro circulando, em excesso, perde o valor — há uma redução no poder de compra. Logo, o preço das coisas aumenta.

O que causa a inflação?

Quem viveu nas décadas de 1980 e 1990, sabe que cada visita ao supermercado causava espanto. Entretanto, desde o início do Plano REAL, pudemos contar com uma estabilidade aceitável nos preços das coisas.

Atualmente, atravessamos alguns anos de muitas incertezas na economia. Passaram-se 2 anos de pandemia, piorando ainda mais o cenário que já era problemático. O resultado foi: taxas recordes de desemprego, problemas políticos e institucionais.


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Os 3 principais motivos para a atual inflação

Recentemente, podemos perceber 3 grandes causadores da inflação no Brasil.

Crise sanitária

A pandemia formou um panorama desfavorável ao crescimento econômico: trabalhadores parados, fábricas produzindo menos, desemprego, redução do consumo, menos crédito pessoal em empréstimos e empresas fechando.
Para tentar remediar a situação crítica, o governo injetou dinheiro na economia, aumentando a quantidade de moeda circulante. E mesmo assim, infelizmente as medidas não foram eficientes para amenizar a crise.

Regulação do preço do combustível pela cotação internacional.

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O Brasil há poucos anos, passou a cotar o valor do petróleo produzido aqui, conforme o valor praticado internacionalmente.
Portanto, qualquer oscilação causada por motivos internacionais, impactam o valor do preço do combustível no país. Em consequência disso, a alta do valor do combustível foi maior que 40%, para o consumidor final, encarecendo toda a cadeia de produção do país.

Alta do dólar

A desvalorização do Real, em relação ao dólar, fez com que a maioria dos insumos para a produção nacional ficassem mais caras, porque são importadas e cotadas em dólar.

Recorde da inflação.

A inflação bateu um recorde que há muito tempo não era visto. Os índices apresentaram aumento de 10,06%, o mais alto patamar dos últimos 6 anos. Alguns itens tiveram aumentos ainda maiores, como a gasolina, por exemplo:

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Dinheiro emprestado na hora para conter o impacto da inflação

Seu rendimento em itens básicos, como alimentação, medicamentos, transporte etc.

Veja abaixo o principal indice usado para medir a inflação:

Local IPCA [Dez/2021] INPC [Dez/2021]
Brasil 0,73% 0,73%
Aracaju (SE) 0,92% 0,92%
Belém (PA) 0,95% 0,87%
Belo Horizonte (MG) 0,75% 0,77%
Brasília (DF) 0,46% 0,49%
Campo Grande (MS) 0,47% 0,45%
Curitiba (PR) 0,51% 0,29%
Fortaleza (CE) 0,55% 0,59%
Goiânia (GO) 0,58% 0,67%
Grande Vitória (ES) 0,73% 0,50%
Porto Alegre (RS) 0,83% 0,88%
Recife (PE) 1,05% 1,05%
Rio Branco (AC) 1,18% 1,05%
Rio de Janeiro (RJ) 0,70% 0,67%
Salvador (BA) 1,04% 1,18%
São Luís (MA) 0,94% 0,99%
São Paulo (SP) 0,70% 0,60%
O governo usa IPCA como o índice oficial de inflação para o Brasil. Ele serve de referência para as metas de inflação e para as alterações na taxa de juros. (fonte: ibge)

 

As consequências são graves.

Os problemas causados pela inflação alcançam as mais diversas esferas da economia do país, como em um “efeito dominó“.
A alta dos preços influencia diretamente a taxa de juros, que aumenta, encarecendo o custo do crédito e desmotivando investimentos. Com isso, o crescimento econômico é bruscamente reduzido, causado ainda mais desemprego e problemas sociais.
Há menos recursos para investir em políticas públicas e sociais, visto que aumenta o custo dos juros. Ou seja, o dinheiro não é suficiente para minimizar os danos causados pelo desequilíbrio econômico. Inclusive o aumento das restrições para empréstimos pessoais no país, negando mais pessoas ao acesso à crédito para se reestabelecer.

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Driblando a alta de preços

Para conseguir escapar da inflação, siga as 3 dicas a seguir:

  1. Cortar o consumismo desnecessário e o desperdício — Evite estocar produtos e comprar itens que não sejam realmente necessários no momento.
  2. Comparar os preços — Pesquise o preço antes de comprar, use e abuse da internet para encontrar as melhores ofertas, cupons de desconto e promoções.
  3. Pechinchar — Peça descontos sempre que for comprar. Na maioria das vezes, você conseguirá abatimento do valor cobrado.

Sabia que cobrar preços abusivos é ilegal?

No código de defesa do consumidor, artigo 39, está disposta a ilegalidade da prática de cobrança abusiva de preços. Mas como saber se a cobrança é abusiva e o que fazer para denunciar?
A elevação de preços precisa, em primeiro lugar, ser justificada por algum motivo. Há escassez em matéria-prima, há desvalorização da moeda, o aumento é equivalente à média da inflação no período?
Se o preço alto não for justificado por estes motivos, denuncie ao PROCON da sua cidade.

A boa notícia é que toda crise termina

Por pior que seja a situação, ela passa. Tudo passa. Então, o mais recomendado é reduzir os gastos e esperar o problema terminar.
Para sair do aperto, considere solicitar empréstimo online com garantia de celular. Você tem muito mais chance de conseguir aprovação do dinheiro emprestado na hora, com total comodidade para você.

O empréstimo com celular de garantia foi a solução encontrada pela Nubi Digital para facilitar o acesso ao crédito. Se você está negativado ou sem renda fixa, peça o empréstimo com celular de garantia e conquiste a sua tranquilidade para sair do sufoco.

É muito simples: para solicitar seu empréstimo online com garantia de celular, basta acessar o site e preencher o cadastro. É super rápido e sem burocracias desnecessárias: tenha dinheiro emprestado na hora, sem aborrecimento e sem preocupação.
Após a aprovação do seu pedido de empréstimo online com garantia de celular, o dinheiro é depositado na sua conta em até 30 minutos (consulte as regras).
A Nubi Digital te oferece flexibilidade: você escolhe a melhor maneira de parcelar seu pagamento. Simule sem compromisso e encontre o formato que seja melhor para você.

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Assim, você conseguirá resolver os problemas mais urgentes e ganhará tempo para reorganizar suas finanças com calma. A tendência é que a situação econômica melhore para todos. E quando a crise passar, os problemas financeiros poderão ser resolvidos com muito mais facilidade.

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#Empréstimo: Bolsa Família: Consigo um empréstimo online sendo beneficiário? ../../../../blog/bolsa-familia-consigo-um-emprestimo-online-sendo-beneficiario/ ../../../../blog/bolsa-familia-consigo-um-emprestimo-online-sendo-beneficiario/#respond Thu, 25 Mar 2021 21:30:04 +0000 https://wwww.nubidigital.com.br/?p=1927 ? Atualização (2026): as regras de crédito para quem recebe o Bolsa Família mudaram desde a primeira publicação deste texto. O empréstimo consignado vinculado ao benefício está suspenso e circulam golpes usando o nome do programa. Leia primeiro o bloco Atualização 2026: o que mudou, ao final desta página, antes de seguir. O que é […]

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? Atualização (2026): as regras de crédito para quem recebe o Bolsa Família mudaram desde a primeira publicação deste texto. O empréstimo consignado vinculado ao benefício está suspenso e circulam golpes usando o nome do programa. Leia primeiro o bloco Atualização 2026: o que mudou, ao final desta página, antes de seguir.

O que é o Bolsa Família?

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda para famílias brasileiras em situação de pobreza ou extrema pobreza. Para definir esses dois cenários e determinar quem pode ser beneficiário, é utilizado o seguinte critério:

O Bolsa Família é um programa oferecido pelo Governo Federal que oferece uma renda direta para famílias em situação de Extrema Pobreza.

O Governo Federal utiliza os seguintes critérios para definir quem tem direito a tal benefício:

1 – Famílias com renda de até R$ 89,00 mensais por pessoa;

2 – Famílias com renda por pessoa entre R$ 89,01 e R$ 178,00 mensais que tenham crianças ou adolescentes de 0 a 17 anos.

É possível conseguir empréstimo online através do Bolsa Família?

Quem recebe o Bolsa Família pode buscar um empréstimo pessoal, desde que tenha condições de pagá-lo — o benefício em si não pode ser usado como garantia. Historicamente, uma das vias citadas foi o microcrédito produtivo orientado ao empreendedor, por meio do Programa Progredir, que conectava instituições financeiras parceiras e beneficiários que querem ou já empreendem.

Algumas iniciativas do governo federal em parceria com instituições financeiras criaram linhas de crédito especiais. O objetivo era facilitar o acesso a empréstimos e outros produtos do mercado de crédito para alguns perfis de brasileiros. Existiam linhas direcionadas ao agronegócio, construção civil, habitação e mais.

Empréstimo Bolsa Família: Progredir

O auxílio para conseguir microcrédito produtivo orientado era dado pelo Progredir, um plano de ações do Governo Federal. O Progredir tinha como público-alvo os inscritos no Cadastro Único, o que inclui os beneficiários do Bolsa Família.

Entre as suas ações, estava a parceria com instituições financeiras na oferta de microcrédito produtivo orientado para participantes do programa. Esses participantes podem ser empreendedores ou pessoas que querem começar a empreender.

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O Progredir colocava em contato o beneficiário que busca crédito e os parceiros operadores de microcrédito dispostos a fornecer o dinheiro.

É importante salientar que esse crédito tem uma finalidade específica e, justamente por isso, é chamado de “microcrédito produtivo orientado”. Então, ele não pode ser usado para despesas pessoais.

Empréstimo Bolsa Família: O que é o Programa Progredir?

Este programa desenvolvia inúmeras oportunidades aos brasileiros para que aumentassem sua renda. A principal fonte de geração de emprego é o ensino, onde os beneficiários podem fazer diversos cursos presenciais e a distância.

O objetivo principal sempre foi a geração de emprego e renda, incentivando, assim, a construção da autonomia dos seus usuários.

O Progredir tornou-se, então, uma opção para os beneficiários do Bolsa Família que precisam de apoio na hora de buscar crédito para empreender.

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Como fazer empréstimo Bolsa Família pelo Progredir?

O primeiro passo para tentar o acesso ao microcrédito era estar cadastrado no site. Você podia fazer o cadastro por conta própria ou procurar ajuda em um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Nessa página, era preciso informar dados pessoais e de familiares, incluindo o seu número no programa Bolsa Família.

No questionário disponível no sistema, dentro da categoria “Empreendedorismo, Microcrédito”, era preciso informar se você já tem um negócio ou se quer abrir um. Segundo o site do Ministério da Cidadania, o negócio pode ser formal ou informal. Para aqueles que irão formalizar o serviço, é orientada a criação de um CNPJ na categoria MEI.

São analisados critérios como renda, familiares beneficiários do auxílio, situação do CPF, score de crédito, o potencial do empreendimento e outros. Essa análise é importante para determinar se você tem perfil para obter o microcrédito, afinal, ele tem uma finalidade específica e é preciso se certificar que o beneficiário terá meios de pagar pelo empréstimo.

Como funciona o microcrédito para Bolsa Família?

A própria base de dados do Progredir envia suas informações às instituições financeiras se, no formulário, você autorizar que o Ministério da Cidadania compartilhe suas informações com os parceiros operadores de microcrédito.

Dali para frente, elas continuam com a análise e negociação, podendo entrar em contato ou não com você. Inclusive, é interessante analisar algumas propostas e não aceitar a primeira que aparecer. Os bancos podem praticar taxas administrativas e juros diferentes, além de prazos de pagamento maiores ou menores.

Caso você aceite uma proposta, os procedimentos para finalizar a contratação do microcrédito irão depender da instituição financeira escolhida.

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Atualização 2026: o que mudou no empréstimo para quem recebe Bolsa Família

Desde a primeira versão deste artigo, as regras mudaram bastante. Se você recebe o Bolsa Família e procura crédito hoje, é importante saber o que vale agora.

? O empréstimo consignado do Bolsa Família está suspenso. A modalidade que descontava as parcelas direto do benefício foi suspensa para novas contratações e segue sem previsão de retorno. A medida foi tomada pelo Governo Federal para proteger as famílias do superendividamento, já que o valor do benefício deve ser usado para despesas essenciais, como alimentação e moradia.

?? Mas isso não significa que você está fora do mercado de crédito. Não existe lei que proíba quem recebe o Bolsa Família de contratar um empréstimo pessoal. O que mudou foi o consignado vinculado ao benefício. Quem tem outra fonte de renda e condições de pagar pode buscar um empréstimo pessoal comum, sempre avaliando se a parcela cabe no orçamento.

?? Cuidado com golpes que usam o nome do Bolsa Família

Como o tema gera muita procura, criminosos aproveitam para aplicar golpes. Desconfie sempre que aparecer:

• Oferta de empréstimo com desconto direto no benefício (isso está suspenso — quem promete, está mentindo);

• Cobrança de qualquer taxa antecipada para “liberar” o dinheiro;

• Promessa de crédito garantido para todos os beneficiários, sem análise;

• Pedido de dados pessoais por mensagem, WhatsApp ou redes sociais.

Nenhuma instituição séria pede pagamento adiantado para liberar empréstimo. Na dúvida, procure os canais oficiais do governo ou um CRAS.

E o microcrédito e o Progredir?

O conteúdo acima explica como funcionava o microcrédito produtivo orientado pelo Progredir, voltado a quem quer empreender. Mantemos essa explicação como contexto, mas, antes de buscar qualquer linha, confirme as regras vigentes nos canais oficiais — as condições de programas de governo mudam com frequência.

Como a Nubi Digital pode ajudar

A Nubi Digital oferece empréstimo pessoal online, com análise de crédito e sem usar o seu benefício como garantia. A aprovação depende da sua análise e da sua capacidade de pagamento — não prometemos liberação garantida, e você vê as condições antes de aceitar qualquer proposta.

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Fontes oficiais sobre as regras atuais: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS).

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